A apuração em Campo Grande acompanha a votação para presidente no segundo turno das eleições de 2026, realizado em 25 de outubro. A disputa nacional é entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Os resultados são divulgados conforme a Justiça Eleitoral contabiliza os votos das urnas eletrônicas. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresenta os dados parciais durante a totalização.
Eleitores da capital de Mato Grosso do Sul participam da votação presidencial em 25 de outubro de 2026. Flávio Bolsonaro e Lula são os candidatos que chegaram ao segundo turno.

Os números de Campo Grande mostram a preferência dos eleitores da capital, mas não definem o resultado nacional da eleição. A apuração aborda os dados locais, a votação anterior e a disputa pela Presidência da República.
Como funciona a apuração em Campo Grande
Em 25 de outubro, as seções eleitorais funcionam das 8h às 19h, pelo horário de Brasília. O horário inicialmente previsto para o encerramento era 17h.
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), estendeu a votação por duas horas. Com o fechamento das urnas, os dados são encaminhados ao sistema de totalização da Justiça Eleitoral.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulga resultados parciais à medida que os votos são contabilizados, e os números podem mudar até a conclusão da totalização. A referência também informa que a divulgação dos parciais começa às 17h, horário que diverge do encerramento às 19h que ela registra para a votação.
Candidatos e resultado do primeiro turno na capital
No primeiro turno nacional, Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva obteve 45,16%. Os dois avançaram para a disputa presidencial do segundo turno.
Em Campo Grande, Flávio Bolsonaro foi o mais votado na primeira etapa, com 58,68% dos votos, conforme os dados do TSE. Esse resultado registra a preferência na capital antes da nova votação.
Na urna, Flávio Bolsonaro concorre com o número 22, e Lula, com o número 13. O resultado do segundo turno na capital pode confirmar ou alterar a preferência indicada pelos votos do primeiro turno.


